6 de abril de 2009

Porque eu também erro...

-----Estar contente com a vida, recebê-la de peito aberto é exigível ao comum dos homens; e é mais do que uma exigência – é uma obrigação de carácter. Contudo, no meu caso particular, são os sentimentos que regulam quase sempre as minhas disposições. Admito que não tenho andado bem nestes últimos dias...

6 comentários:

João Tomás disse...

Os sentimentos fazem a separação entre o homem e o animal. Não poder controlar os nossos sentimentos é que é um dos grandes problemas. Mas acredito que a coragem que faz ti o homem que és, bem como a não resignação perante o destino te levará com o tempo para mares mais solarentos e pacíficos, meu amigo.

Anónimo disse...

Acordo, olho o tempo, por vezes o céu está cinzento, chove, ou faz um sol resplandecente, e tenho duas opções, continuar de bem comigo e com o mundo, ou andar sempre aborrecida com tudo e todos.
Normalmente opto por olhar para a natureza – que bela é ela mesmo com todas estas transformações atmosféricas.
Saio de casa e olho em redor, e tudo me parece diferente no seu quotidiano, mais folhas nas árvores; menos carros na rua; mais gente a andar a pé; crianças que sorriem; adultos pensativos e distantes!...
A vida de facto está mais agressiva e menos contemplativa, mas será que temos todos de andar mal dispostos? Será que as famosas estatísticas que dizem que os Portugueses são os mais infelizes da Europa, são verdade?
Eu cá vou convivendo bastante bem com os meus estados de espírito, e olho a vida com a esperança que as coisas mudem mesmo que seja paulatinamente, e que o ser humano se torne menos egoísta, e mais intrínseco com o seu semelhante.

Beijo

Luís Mouta disse...

Tomás,

já me conheces há tantos anos..., não é?

Um abraço.

Luís Mouta disse...

Anónimo,

impressiona-me a tua calma; se fosse ao contrário eu passava-me... A coragem com que enfrentas as contrariedades continua igual - conheci-te cheia de força e continuas forte; lamento que, nestes últimos dias, eu tenha feito descer uma sombra de tristeza sobre o teu rosto risonho (nunca tinha visto os teus olhos tão tristes, meu Deus...)!

Andrea disse...

Beijo :-)

Anónimo disse...

Os olhos são o espelho da alma, neles se reflecte o que somos e quem somos, e os sentimentos mais profundos estão aí reflectidos para quem os saiba ler.
Tu soubeste sempre vê-los, olhá-los e interpretá-los.

Beijo